Juliane Cunha


“Juju” – para os íntimos — vislumbrava ser Dentista, Pediatra, e até Jogadora de Vôlei, mas, foi nos livros que encontrou sua verdadeira paixão: criar finais felizes e instigantes.
Escreve desde os 12 anos e prefere amores regados a sorrisos, beijos que tiram o fôlego, entrelaçar de mãos e algodão doce ao pôr-do-sol.

OBRA: 
Eu Sou o Arrepio

GÊNERO:
Romance, Erótico

ANO:
2017

SINOPSE:

Chloe Sandler acaba de se formar na faculdade, realizando assim o sonho de seu pai: se tornar CEO na construtora que por muito tempo, foi administrada por ele. Embora o cargo pareça ser o ideal, Chloe não parece muito confiante com o rumo que a sua vida está tomando, mas, mesmo assim, resolve comemorar o grande giro, ao lado de sua melhor amiga, em uma das boates mais movimentadas de São Francisco. Tudo parece correr às mil maravilhas, até Chloe acordar no hospital e não lembrar de quase nada da noite anterior. É na enfermaria que ela conhece o Dr. Nicolas Balst, um homem arrogante, atraente e incrivelmente sexy, que fará com que o maior medo do seu passado, volte a atormentar seu presente.

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ENTREVISTA COM A AUTORA:

NotaTerapia – Em poucas linhas, o que é o seu livro Eu Sou o Arrepio?
A realização de um sonho. Talvez até a maior realização da minha vida. Terei certeza disso quando as pessoas me encontrarem na rua e dizerem “ei, é incrível, eu adorei!”
N – Quando você começou a escrever e quais as motivações que te levaram a escrever seu livro?
Comecei escrever com 12 anos. Lembro de ter comprado um desses caderninhos de 97 páginas e colocar uma história nele. Foi impossível, claro, escrevi muito mais que as folhas permitiam.
Sempre adorei histórias com mulheres fortes, machos alfas, encontros relâmpagos e finais felizes. E foi como um relâmpago que “Eu sou o arrepio” surgiu. Em 2013, comecei a escrevê-lo e em seis meses, ele já estava pronto. Foi maravilhoso!
N – Qual você acha que é e deveria ser o papel da literatura e das artes no mundo de hoje? 
Ela tem papel crucial de levar a pessoas a novas reflexões, abrir novos mundos, pensamentos, fantasias, possibilidades, pode também desconstruir o necessário. As artes ao todo são a “salvação” da humanidade, pois com ela nós passamos a ser seres reflexivos, e sem ela apenas existimos.
N – Quais os(as) escritores (as) que te marcaram e influenciaram tanto na vida quanto na feitura de Eu Sou o Arrepio?
Sylvia Day, Emma Chase e Christina Lauren me trouxeram referências inesquecíveis de suas obras. Não há um livro sequer delas que eu não tenha lido umas cinco ou seis vezes. Quis seguir essa linha e trazer um pouco do que me fascinou no que elas escreveram. História boa é aquela que te faz, sem perceber, teletransportar-se para dentro do livro. Vivi muito disso quando lia algo delas, espero que conseguir fazer o mesmo com quem ler o meu livro.
N – Existe em sua obra, em diversos momentos, uma mistura grande de estilos: às vezes flerta com o romance, em outros com a literatura hot, ou romance eróticos e, às vezes, flerta com uma narrativa que discute problemas sociais e aborda temas que todos nós passamos. Como você vê essa circulação entre gêneros e como você se coloca, enquanto a autora, dentro deles?
Eu procuro não me rotular, gosto de deixar meu estilo livre (mesmo sendo um livro com conteúdos adulto), mas prefiro não me colocar dentro dele como “a autora”. Talvez eu seja um pouco da Chloe, da Hanna, ou de algum outro personagem.  Deixo que a imaginação das pessoas me coloquem onde elas acharem melhor. Meu objetivo maior é explorar os mais diversos universos sem perder o foco que é seduzir o leitor na história e fazê-lo sentir (ou chegar perto) todas as sensações que a história quer levar.
N- O seu livro discute em um determinado momento o tema seríssimo do alcoolismo. O mais interessante, no entanto, é que você escapa de tratar isto de maneira clichê, espelhando o passado no futuro. Qual a sua preocupação ao tratar deste tema e como você gostaria que as pessoas lessem essa temática em seu livro?
O passado tem o poder de influenciar o futuro, seja de forma positiva ou não. Quando faço com que ela, de certa forma, reviva o passado, estou dando uma chance para construir um outro futuro. É claro que essa não foi a única maneira de mudá-lo. Ela fez isso pois percebeu maneiras diferentes para curar suas dores, além do alcoolismo. É importante destacar a ajuda que sua amiga e namorado deram. Sem ela, Chloe não teria sido inteligente o suficiente para perceber que havia salvação.
N- Existe, em sua vida, algumas das pessoas de Eu sou o Arrepio: um pai assim, uma melhor amiga, um Gabi ou um Nicolas?
Sim, existe uma “Hanna” e ela se chama Milena. Somos amigas de infância e embora tenhamos a mesma idade, ela parece ser muito mais madura e um pouquinho menos doida que eu. Acho que me baseei um pouco nela para criar a personagem, o que não foi nada fácil.
N – A pergunta que não quer calar é: Vai haver uma continuação? Quem sabe contando a história de Hanna?
Não vou mentir que tenho pensado bastante sobre isso, principalmente se houver um retorno bom do público que ler “Eu sou o arrepio”. Adoraria contar a história de Hanna e tudo o que acontece depois do final deste primeiro livro. Mas, preciso conhecer mais a personagem que criei. Portanto, não está descartada a continuação, só preciso ter a certeza do que quero contar sobre ela.
LANÇAMENTO:

O lançamento de Eu Sou o Arrepio foi simplesmente um sucesso! Ele ocorreu na cidade de Salvador, no Hotel Sol Barra, no dia 7 de outubro de 2017! Confira algumas fotos do evento!

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 FRASES DO LIVRO:

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